As mudanças metodológicas, os deslocamentos temáticos e os desvios cronológicos por um longo tempo me conduziram à uma zona de desconforto (onde fiquei mais tempo do que podia. Mas qual era a saída naquele momento?). Então; mergulhei em praticamente um hiato plástico. Imersa em uma obra que perpetua minha existencia.
Agora eu era atenta e crítica da produção-processo sobre a própria produção-processo.
Seria falta de rigor plástico? Seria modismo (tendência)? Falta uma linguagem?
- Não. Agora a minha linguagem era plástica de uma temporalidade descontinua e uma lógica própria, pertubadora e reveladora da minha fragmentação.
Transito intimamente nesta zona de desconforto e pretendo tecer novos questionamentos em outros territórios.
- É urgente a desterritorialização.
Agradeço a escuta e o olhar aos habitantes da zona de conforto e solicito concessão à minha passagem da linha abissal para o convívio com vocês em um espaço de suspensão da realidade e que se pretende reflexivo e plástico.
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